ESTUDOS CIENTÍFICOS

DA QUIROPRAXIA

No Brasil a Quiropraxia ainda é pouco conhecida. Isso acontece principalmente porque a Graduação que dura de 4 a 5 anos no país, está disponível apenas em 2 Universidades. Mas para você ter uma ideia, nos Estados Unidos (local onde nasceu a Quiropraxia a mais de 120 anos), ela é hoje a terceira maior profissão na área da saúde no país, ficando atrás apenas de Medicina e Odontologia.

Mas muitas vezes, traumatizados por ter muitas dores na coluna e com medo de algo fazer isso piorar, a pessoa pode ter medo e se questionar: Como eu posso confiar? Como saber se ela vai me ajudar ou piorar o meu problema?

O primeiro passo é pesquisar se o profissional que você vai procurar é Graduado em Quiropraxia (isso é possível no site www.quiropraxia.org.br). A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda que o Quiropraxista tenha uma formação de nível superior, mas como no Brasil ela não é regulamentada, é mais seguro você mesmo conferir essa formação.

O segundo passo é conversar com alguém que já faz o tratamento, ou, você mesmo passar por uma avaliação e sentir o bem-estar maravilhoso que ela pode te proporcionar, na maioria das vezes isso acontece já na primeira consulta.

Mas para você ficar um pouco mais tranquilo(a), trouxemos alguns estudos que podem adiantar os benefícios que a Quiropraxia pode te trazer:

 

 

O American College of Physicians (ACP), a maior sociedade de especialidades médicas do mundo, atualizou suas diretrizes de tratamento da dor lombar em 2017 para apoiar uma abordagem conservadora do atendimento e mencionam o ajuste da coluna vertebral como uma opção de terapia não invasivas e não medicamentosa para tratar a lombalgia. 

As diretrizes afirmam que somente quando esses tratamentos proporcionam pouco ou nenhum alívio, os pacientes passam a usar medicamentos anti-inflamatórios ou relaxantes musculares, que, segundo pesquisas, indicam efeitos limitados de alívio da dor. 

De acordo com a ACP, os medicamentos prescritos devem ser o último recurso para aqueles que sofrem de lombalgia, pois o risco de dependência e overdose pode superar os benefícios.

Um artigo publicado no Journal of American Medical Association em 2013 sugeriu o tratamento Quiroprático como uma boa opção para pessoas que sofrem de lombalgia. E observou que a cirurgia geralmente não é necessária e só deve ser tentada se outras terapias falharem. 

Em um outra publicação, esse mesmo jornal aponta que o ajuste Quiroprático na coluna vertebral pode ser uma ótima e eficaz opção de tratamento para as dores de cabeça tensionais, enxaqueca e dores de cabeça originadas no pescoço. 

Um estudo publicado na respeitada revista Annals of Internal Medicine em 2011, também apontou o tratamento de Quiropraxia como uma das principais terapias não farmacológicas consideradas eficazes para lombalgia aguda e crônica.

Sobre os benefícios financeiros do tratamento Quiroprático, o Journal of Manipulative and Physiological Therapeutics 2007, publicou um estudo, feito com base em pesquisas realizadas com 70.274 pessoas, que eram pacientes que passavam por consulta de Quiropraxia, ou, pacientes que passavam por consulta médica.

Foi analisado e comparado: O valor investido com a satisfação dos pesquisados.

O resultado foi esse:

•      60,2% diminuíram as internações hospitalares

•      59% de dias hospitalares reduzidos

•      62% diminuíram cirurgias e procedimentos ambulatoriais

•      85% de custos farmacêuticos reduzidos

De acordo com a American Chiropractic Association (ACA), as pessoas que sofrem de dores nas costas devem considerar primeiro tentar serviços de Quiropraxia e outras terapias não medicamentosas, já que uma nova revisão de pesquisa constatou que, tanto medicamentos comuns para venda sem receita quanto os com prescrição médica, têm eficácia limitada para dores nas costas e tem risco de efeitos colaterais. A revisão publicada no Annals of the Rheumatic Diseases, examinou 35 estudos randomizados, controlados por placebo, abrangendo 6.000 pacientes, para determinar a eficácia e a segurança de anti-inflamatórios não esteroidais para dor na coluna. Os autores do relatório descobriram que os anti-inflamatórios proporcionavam "efeitos clinicamente sem importância" quando comparados aos pacientes que receberam apenas um placebo. Porém, aqueles que usavam anti-inflamatórios tinham um risco 2,5 vezes maior de sofrer algum distúrbios gastrointestinais.

 

 

Uma das revisões mais recentes da literatura científica encontrou evidências de que pacientes com dor crônica no pescoço, inscritos em ensaios clínicos, relataram melhora significativa após a manipulação da coluna vertebral. Como parte da revisão de literatura, publicada no Journal of Manipulative and Physiological Therapeutics , os pesquisadores revisaram nove estudos publicados anteriormente e encontraram "evidências de alta qualidade" de que pacientes com dor crônica no pescoço apresentaram melhorias significativas no nível de dor após o ajuste Quiroprático. Nenhum grupo de estudo foi relatado como tendo permanecido inalterado, e todos os grupos apresentaram alterações positivas em até 12 semanas após o tratamento.